No décimo quarto encontro, fizemos a quaresma de São Miguel Arcanjo.
Em virtude da alta do Pe. Jorge do hospital, foi dado testemunho do milagre que Deus operou na vida dele.
Louvor e glória a Deus.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO DO DIA 05.9.10
Evangelho, Lucas (Lc 14, 25-33)
Renunciar a tudo para seguir Jesus
Naquele tempo, grandes multidões acompanhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: 26"Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. 27Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo. 28Com efeito: qual de vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário, 29ele vai lançar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a caçoar, dizendo: 30'Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar!'
31Ou ainda, qual o rei que ao sair para guerrear com outro, não se senta primeiro e examina bem se com dez mil homens poderá enfrentar o outro que marcha contra ele com vinte mil? 32Se ele vê que não pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia mensageiros para negociar as condições de paz. 33Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!" Palavra da Salvação!
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DÉCIMO TERCEIRO ENCONTRO - O QUARTO MANDAMENTO
Olá! Depois de um tempo sem atualizar o blog, voltamos para dar continuidade às informações dos encontros.
Falemos hoje do 13º encontro, pois a meditação do quarto mandamento é muito importante também para os pais. Interceder exige de nós o entendimento de que a educação dos filhos deve ser de acordo com os ensinamentos do Senhor.
O QUARTO MANDAMENTO – HONRAR PAI E MÃE
Leitura do livro do Eclesiástico 3, 1-16
“Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias terra que o Senhor, teu Deus, te dá (Ex 20,12).
Era-lhes submisso (Lc 2,51).
O próprio Senhor Jesus recorda a força desse "mandamento de Deus" O Apóstolo ensina: "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isso é justo. 'Honra teu pai e tua mãe' é primeiro mandamento com promessas: 'para seres feliz e teres uma longa vida sobre a terra"' (Ef 6,1-3).
2197 O quarto mandamento encabeça a segunda tábua. Indica ordem da caridade. Deus quis que, depois dele mesmo, honrássemos nossos pais, a quem devemos a vida e que nos transmitiram o conhecimento de Deus. Devemos honrar e respeitar todos aqueles que Deus, para o nosso bem, revestiu de sua autoridade.
2198 Esse preceito está expresso sob a forma positiva de deveres a cumprir. Anuncia os mandamentos que seguem e que se referem a um respeito particular pela vida, pelo casamento, pelos bens terrestres, pela palavra dada. Constitui um dos fundamentos da doutrina social da Igreja.
(...)
2200 A observância do quarto mandamento acarreta sua recompensa: "Honra teu pai e tua mãe para teres uma longa vida na terra, que o Senhor Deus te dá" (Ex 20,12). O respeito a esse mandamento alcança, juntamente com os frutos espirituais, frutos temporais de paz e de prosperidade. Ao contrário, a não observância desse mandamento acarreta grandes danos para as comunidades e para as pessoas.
A paternidade divina é a fonte da paternidade humana; é o fundamento da honra devida aos pais. O respeito dos filhos, menores ou adultos, pelo pai e pela mãe alimenta-se da afeição natural nascida do vínculo que os une e é exigido pelo preceito divino.
2215 O respeito pelos pais (piedade filial) é produto do reconhecimento para com aqueles que, pelo dom da vida, por seu amor e por seu trabalho puseram seus filhos no mundo e permitiram que crescessem em estatura, em sabedoria e graça. "Honra teu pai de todo o coração e não esqueças as dores de tua mãe. Lembra-te que foste gerado por eles. O que lhes darás pelo que te deram?" (Eclo 7,27-28).
2216 O respeito filial se revela pela docilidade e pela obediên¬cia verdadeiras. "Meu filho, guarda os preceitos de teu pai, não rejeites a instrução de tua mãe... Quando caminhares, te guiarão; quando descansares, te guardarão; quando despertares, te falarão" (Pr 6,20-22). "Um filho sábio ama a correção do pai, e o zombador não escuta a reprimenda" (Pr 13,1).
2217 Enquanto o filho viver na casa de seus pais, deve obedecer a toda solicitação dos pais que vise ao seu bem ou ao da família. 'Filhos, obedecei em tudo a vossos pais, pois isso é agradável ao Senhor" (Cl 3,20). Os filhos têm ainda de obedecer às prescrições razoáveis de seus educadores e de todos aqueles aos quais os pais os confiaram. Mas, se o filho estiver convicto em consciência de que é moralmente mau obedecer a tal ordem, que não a siga.
Quando crescerem, os filhos continuarão a respeitar seus pais. Antecipar-se-ão aos desejos deles, solicitarão de bom grado seus conselhos e aceitarão suas justas admoestações. A obediência aos pais cessa com a emancipação dos filhos, mas o respeito, que sempre lhes é devido, não cessará de modo algum, pois (tal respeito) tem sua raiz no temor de Deus, um dos dons do Espírito Santo.
2218 O quarto mandamento lembra aos filhos adultos suas responsabilidades para com os pais. Enquanto puderem, devem dar-lhes ajuda material e moral nos anos da velhice e durante o tempo de doença, de solidão ou de angústia. Jesus lembra este dever de reconhecimento.
O Senhor glorificou o pai nos filhos e fortaleceu a autoridade da mãe sobre a prole. Aquele que respeita o pai obtém o perdão dos pecados; o que honra sua mãe é como quem junta um tesouro. Aquele que respeita o pai encontrará alegria nos filhos e no dia de sua oração será atendido. Aquele que honra o pai viverá muito, e o que obedece ao Senhor alegrará sua mãe (Eclo 3,2-6).
Filho, cuida de teu pai na velhice, não o desgostes em vida. Mesmo se seu entendimento faltar, sê indulgente com ele, não o menosprezes, tu que estás em pleno vigor... E como um blasfemador aquele que despreza seu pai, e um amaldiçoado pelo Senhor aquele que irrita sua mãe (Eclo 3,12.16).
DEVERES DOS PAIS
Leitura da carta aos Efésios 6,1-4
2221 A fecundidade do amor conjugal não se reduz só à procriação dos filhos, mas deve se estender à sua educação moral e formação espiritual. "O papel dos pais na educação é tão importante que é quase impossível substituí-los." O direito e o dever de educação são primordiais e inalienáveis para os pais.
2222 Os pais devem considerar seus filhos como filhos de Deus e respeitá-los como pessoas humanas. Educar os filhos no cumprimento da Lei de Deus, mostrando-se eles mesmos obedientes à vontade do Pai dos Céus.
2223 Os pais são os primeiros responsáveis pela educação de seus filhos. Dão testemunho desta responsabilidade em primeiro lugar pela criação de um lar no qual a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado são a regra. O lar é um lugar apropriado para a educação das virtudes. Esta requer a aprendizagem da abnegação, de um reto juízo, do domínio de si, condições de toda liberdade verdadeira. Os pais ensinarão os filhos a subordinar "as dimensões físicas e instintivas às dimensões interiores e espirituais." Dar bom exemplo aos filhos é uma grave responsabilidade para os pais. Sa¬bendo reconhecer diante deles seus próprios defeitos, ser-lhes-á mais fácil guiá-los e corrigi-los:
"Aquele que ama o filho usará com freqüência o chicote; aquele que educa seu filho terá motivo de satisfação" (Eclo 30,1-2). "E vós, pais, não deis a vossos filhos motivo de revolta contra vós, mas criai-os na disciplina e correção do Senhor" (Ef 6,4).
2226 A educação para a fé por parte dos pais deve começar desde a mais tenra infância. Ocorre já quando os membros da família se ajudam a crescer na fé pelo testemunho de uma vida cristã de acordo com o Evangelho. A catequese familiar precede, acompanha e enriquece as outras formas de ensinamento da fé. Os pais têm a missão de ensinar os filhos a orar e a descobrir sua vocação de filhos de Deus. A paróquia é a comunidade eucarística e o centro da vida litúrgica das famílias cristãs; ela é um lugar pri¬vilegiado da catequese dos filhos e dos pais.
Texto retirado do Catecismo da Igreja Católica
Falemos hoje do 13º encontro, pois a meditação do quarto mandamento é muito importante também para os pais. Interceder exige de nós o entendimento de que a educação dos filhos deve ser de acordo com os ensinamentos do Senhor.
O QUARTO MANDAMENTO – HONRAR PAI E MÃE
Leitura do livro do Eclesiástico 3, 1-16
“Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias terra que o Senhor, teu Deus, te dá (Ex 20,12).
Era-lhes submisso (Lc 2,51).
O próprio Senhor Jesus recorda a força desse "mandamento de Deus" O Apóstolo ensina: "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isso é justo. 'Honra teu pai e tua mãe' é primeiro mandamento com promessas: 'para seres feliz e teres uma longa vida sobre a terra"' (Ef 6,1-3).
2197 O quarto mandamento encabeça a segunda tábua. Indica ordem da caridade. Deus quis que, depois dele mesmo, honrássemos nossos pais, a quem devemos a vida e que nos transmitiram o conhecimento de Deus. Devemos honrar e respeitar todos aqueles que Deus, para o nosso bem, revestiu de sua autoridade.
2198 Esse preceito está expresso sob a forma positiva de deveres a cumprir. Anuncia os mandamentos que seguem e que se referem a um respeito particular pela vida, pelo casamento, pelos bens terrestres, pela palavra dada. Constitui um dos fundamentos da doutrina social da Igreja.
(...)
2200 A observância do quarto mandamento acarreta sua recompensa: "Honra teu pai e tua mãe para teres uma longa vida na terra, que o Senhor Deus te dá" (Ex 20,12). O respeito a esse mandamento alcança, juntamente com os frutos espirituais, frutos temporais de paz e de prosperidade. Ao contrário, a não observância desse mandamento acarreta grandes danos para as comunidades e para as pessoas.
A paternidade divina é a fonte da paternidade humana; é o fundamento da honra devida aos pais. O respeito dos filhos, menores ou adultos, pelo pai e pela mãe alimenta-se da afeição natural nascida do vínculo que os une e é exigido pelo preceito divino.
2215 O respeito pelos pais (piedade filial) é produto do reconhecimento para com aqueles que, pelo dom da vida, por seu amor e por seu trabalho puseram seus filhos no mundo e permitiram que crescessem em estatura, em sabedoria e graça. "Honra teu pai de todo o coração e não esqueças as dores de tua mãe. Lembra-te que foste gerado por eles. O que lhes darás pelo que te deram?" (Eclo 7,27-28).
2216 O respeito filial se revela pela docilidade e pela obediên¬cia verdadeiras. "Meu filho, guarda os preceitos de teu pai, não rejeites a instrução de tua mãe... Quando caminhares, te guiarão; quando descansares, te guardarão; quando despertares, te falarão" (Pr 6,20-22). "Um filho sábio ama a correção do pai, e o zombador não escuta a reprimenda" (Pr 13,1).
2217 Enquanto o filho viver na casa de seus pais, deve obedecer a toda solicitação dos pais que vise ao seu bem ou ao da família. 'Filhos, obedecei em tudo a vossos pais, pois isso é agradável ao Senhor" (Cl 3,20). Os filhos têm ainda de obedecer às prescrições razoáveis de seus educadores e de todos aqueles aos quais os pais os confiaram. Mas, se o filho estiver convicto em consciência de que é moralmente mau obedecer a tal ordem, que não a siga.
Quando crescerem, os filhos continuarão a respeitar seus pais. Antecipar-se-ão aos desejos deles, solicitarão de bom grado seus conselhos e aceitarão suas justas admoestações. A obediência aos pais cessa com a emancipação dos filhos, mas o respeito, que sempre lhes é devido, não cessará de modo algum, pois (tal respeito) tem sua raiz no temor de Deus, um dos dons do Espírito Santo.
2218 O quarto mandamento lembra aos filhos adultos suas responsabilidades para com os pais. Enquanto puderem, devem dar-lhes ajuda material e moral nos anos da velhice e durante o tempo de doença, de solidão ou de angústia. Jesus lembra este dever de reconhecimento.
O Senhor glorificou o pai nos filhos e fortaleceu a autoridade da mãe sobre a prole. Aquele que respeita o pai obtém o perdão dos pecados; o que honra sua mãe é como quem junta um tesouro. Aquele que respeita o pai encontrará alegria nos filhos e no dia de sua oração será atendido. Aquele que honra o pai viverá muito, e o que obedece ao Senhor alegrará sua mãe (Eclo 3,2-6).
Filho, cuida de teu pai na velhice, não o desgostes em vida. Mesmo se seu entendimento faltar, sê indulgente com ele, não o menosprezes, tu que estás em pleno vigor... E como um blasfemador aquele que despreza seu pai, e um amaldiçoado pelo Senhor aquele que irrita sua mãe (Eclo 3,12.16).
DEVERES DOS PAIS
Leitura da carta aos Efésios 6,1-4
2221 A fecundidade do amor conjugal não se reduz só à procriação dos filhos, mas deve se estender à sua educação moral e formação espiritual. "O papel dos pais na educação é tão importante que é quase impossível substituí-los." O direito e o dever de educação são primordiais e inalienáveis para os pais.
2222 Os pais devem considerar seus filhos como filhos de Deus e respeitá-los como pessoas humanas. Educar os filhos no cumprimento da Lei de Deus, mostrando-se eles mesmos obedientes à vontade do Pai dos Céus.
2223 Os pais são os primeiros responsáveis pela educação de seus filhos. Dão testemunho desta responsabilidade em primeiro lugar pela criação de um lar no qual a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado são a regra. O lar é um lugar apropriado para a educação das virtudes. Esta requer a aprendizagem da abnegação, de um reto juízo, do domínio de si, condições de toda liberdade verdadeira. Os pais ensinarão os filhos a subordinar "as dimensões físicas e instintivas às dimensões interiores e espirituais." Dar bom exemplo aos filhos é uma grave responsabilidade para os pais. Sa¬bendo reconhecer diante deles seus próprios defeitos, ser-lhes-á mais fácil guiá-los e corrigi-los:
"Aquele que ama o filho usará com freqüência o chicote; aquele que educa seu filho terá motivo de satisfação" (Eclo 30,1-2). "E vós, pais, não deis a vossos filhos motivo de revolta contra vós, mas criai-os na disciplina e correção do Senhor" (Ef 6,4).
2226 A educação para a fé por parte dos pais deve começar desde a mais tenra infância. Ocorre já quando os membros da família se ajudam a crescer na fé pelo testemunho de uma vida cristã de acordo com o Evangelho. A catequese familiar precede, acompanha e enriquece as outras formas de ensinamento da fé. Os pais têm a missão de ensinar os filhos a orar e a descobrir sua vocação de filhos de Deus. A paróquia é a comunidade eucarística e o centro da vida litúrgica das famílias cristãs; ela é um lugar pri¬vilegiado da catequese dos filhos e dos pais.
Texto retirado do Catecismo da Igreja Católica
DEUS SE REVELA PAI - FELIZ DIA DOS PAIS
8 de agosto de 2010
"Porquanto não recebestes um espírito de escravidão para viverdes ainda no temor, mas recebestes o espírito de adoção pelo qual clamamos: Abba! Pai!" Rm 8,15
DEUS NOS PREDESTINOU À ADOÇÃO DE FILHOS
Sim, essa é a alegria da Nova Aliança feita em Jesus Cristo e por Jesus Cristo! Nos novos tempos, nos foi revelado, por meio do Filho, o nome de Deus: Deus é PAI.
A expressão "Deus-Pai" foi-nos dada por Jesus Cristo e somente por Ele é que poderíamos conhecer a Deus como Pai. No Antigo Testamento, quando Moisés pergunta a Deus quem Ele era, a resposta foi "Eu Sou". (Ex 3, 14)
Porém, o Filho nos revela o Pai, porque "ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar" (Mt 11,27)
Cristo sempre se revelou como Filho e se dirigia a Deus como Pai para louvá-lo (Lc 10,21-22), para agradecê-lo (Jo 11,41), na agonia (Lc 22,42) na hora da morte (Lc 23,46).
Mas, também, Jesus assim nos ensinou a orar:
"Quando orardes, dizei:
PAI NOSSO..."
"O homem novo renascido e restituído a seu Deus pela graça diz, antes de mais nada, 'Pai', porque se tornou filho."
"A consciência que temos de nossa situação de escravos nos faria desaparecer debaixo da terra, nossa condição terrestrre se reduziria a pó, se a autoridade de nosso Pai e o Espírito de seu Filho não nos levassem a clamar: 'Abba Pai' (Rm 8,15)... Quando ousaria a fraqueza de um mortal chamar a Deus de seu Pai, senão apenas quando do íntimo do homem é animado pela Força do alto?"
"Podemos adorar o Pai porque Ele nos fez renascer para sua Vida, adotando-nos como filhos em seu Filho único: pelo Batismo, Ele nos incorpora no Corpo de seu Cristo e, pela Unção de seu Espírito, que se derrama da Cabeça para os membros, faz de nós 'cristos' (isto é, 'ungidos')" (Catecismo da Igreja Católica; Quarta Parte; A oração Cristã; Segunda Seção, artigo 2)
Portanto, alegremo-nos, irmãos, não somos órfãos, mas fomos adotados por Deus Todo-Poderoso, que nos incorporou ao Corpo glorioso de Cristo, pela unção do Espírito Santo! Deixemos que o Espírito Santo clame em nós "Abba, Pai"!
LOUVADO SEJA O NOSSO PAI TODO PODEROSO
OBRIGADA, PAI
PAI NOSSO, QUE ESTAIS NO CÉU
SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME
VENHA NÓS O VOSSO REINO
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE
ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU
O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE
PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS
ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO
E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO
MAS LIVRAI-NOS DO MAL.
AMÉM!
A paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!
DEUS NOS PREDESTINOU À ADOÇÃO DE FILHOS
Sim, essa é a alegria da Nova Aliança feita em Jesus Cristo e por Jesus Cristo! Nos novos tempos, nos foi revelado, por meio do Filho, o nome de Deus: Deus é PAI.
A expressão "Deus-Pai" foi-nos dada por Jesus Cristo e somente por Ele é que poderíamos conhecer a Deus como Pai. No Antigo Testamento, quando Moisés pergunta a Deus quem Ele era, a resposta foi "Eu Sou". (Ex 3, 14)
Porém, o Filho nos revela o Pai, porque "ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar" (Mt 11,27)
Cristo sempre se revelou como Filho e se dirigia a Deus como Pai para louvá-lo (Lc 10,21-22), para agradecê-lo (Jo 11,41), na agonia (Lc 22,42) na hora da morte (Lc 23,46).
Mas, também, Jesus assim nos ensinou a orar:
"Quando orardes, dizei:
PAI NOSSO..."
"O homem novo renascido e restituído a seu Deus pela graça diz, antes de mais nada, 'Pai', porque se tornou filho."
"A consciência que temos de nossa situação de escravos nos faria desaparecer debaixo da terra, nossa condição terrestrre se reduziria a pó, se a autoridade de nosso Pai e o Espírito de seu Filho não nos levassem a clamar: 'Abba Pai' (Rm 8,15)... Quando ousaria a fraqueza de um mortal chamar a Deus de seu Pai, senão apenas quando do íntimo do homem é animado pela Força do alto?"
"Podemos adorar o Pai porque Ele nos fez renascer para sua Vida, adotando-nos como filhos em seu Filho único: pelo Batismo, Ele nos incorpora no Corpo de seu Cristo e, pela Unção de seu Espírito, que se derrama da Cabeça para os membros, faz de nós 'cristos' (isto é, 'ungidos')" (Catecismo da Igreja Católica; Quarta Parte; A oração Cristã; Segunda Seção, artigo 2)
Portanto, alegremo-nos, irmãos, não somos órfãos, mas fomos adotados por Deus Todo-Poderoso, que nos incorporou ao Corpo glorioso de Cristo, pela unção do Espírito Santo! Deixemos que o Espírito Santo clame em nós "Abba, Pai"!
LOUVADO SEJA O NOSSO PAI TODO PODEROSO
OBRIGADA, PAI
PAI NOSSO, QUE ESTAIS NO CÉU
SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME
VENHA NÓS O VOSSO REINO
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE
ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU
O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE
PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS
ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO
E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO
MAS LIVRAI-NOS DO MAL.
AMÉM!
A paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!
DÉCIMO SEGUNDO ENCONTRO - CURA E LIBERTAÇÃO
LOUVADO SEJA DEUS PELO INÍCIO DE MAIS UM SEMESTRE
Após a invocação do Espírito Santo, o encontro teve continuação com a oração pelos sacerdotes e pelos pais.
Foi lido e meditado o Evangelho de Cristo, segundo Lucas 9, 23-25.
Nessa passagem, Jesus nos adverte contra o apego a nós mesmos. Pois aquele que tem apego a si não é capaz de seguir Jesus. Temos de estar livres das amarras do egoísmo, da soberba para podermos nos reconhecer pequenos diante de Deus e do próximo que necessita de nossa ajuda.
Renegar a si mesmo exige de nós a humildade que o evangelho sugere; a humildade que Cristo nos ensinou, pois sendo Deus se fez homem e se humilhou até à morte e morte de cruz, Filipenses 2,5-8.
ORAÇÃO DE INTERCESSÃO PELA NOSSA CURA E PELA NOSSA LIBERTAÇÃO
Senhor Pai eterno, em nome do Teu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, derrubo, com o poder do Espírito Santo, todas as fortalezas da mentira, engano, escravidão espiritual presunção e orgulho que tenham recaído sobre mim.
Senhor Pai amoroso, usando a autoridade que me foi concedida pelo Senhor ressuscitado, vencedor de todo mal e da morte eterna, derrubo as barreiras que se levantaram em mim, contra o Teu conhecimento e adoração.
Senhor Pai justo e santo, em nome de Cristo ressuscitado, único Senhor do universo, eu agora expulso da minha vida todas as trevas e influências malignas em todas as áreas do meu ser, assim como todo e qualquer domínio que Teu inimigo, Senhor, possa ter sobre mim.
Neste instante, pelo Sangue do Senhor Jesus, que está na Sua glória clamo pela minha libertação para que eu viva reconciliada Contigo e me converta, confesse meus pecados e seja, doravante, Tua filha obediente. E agradeço-Te por isso, Senhor.
Pela autoridade do nome onipotente do Senhor Jesus, eu quebro todo o poder de satanás sobre a minha vida, reclamo minha salvação, cura e libertação de todo malefício, macumba, controle mental, insegurança, medo, para que ‘a [minha] alegria seja perfeita’ (Jo 16,24b) e o Sangue Jesus produza em mim os frutos do Espírito Santo.
Santa Maria, Mãe de Deus, roga por esta tua filha, por sua conversão, salvação e libertação.
Foi feito uma dinâmica com o canto:
Eu sou feliz porque meu Cristo quer. Eu sou feliz porque meu Cristo quer
Felicidade não é coisa qualquer. Eu sou feliz porque meu Cristo quer
DEPOIS FOI SUBSTITUÍDO A PALAVRA FELIZ PELO NOME DE CADA MEMBRO QUE CANTAVA, COM A PARTICIPAÇÃO DE TODAS.
FOI MUITO ABENÇOADO!
Após a invocação do Espírito Santo, o encontro teve continuação com a oração pelos sacerdotes e pelos pais.
Foi lido e meditado o Evangelho de Cristo, segundo Lucas 9, 23-25.
Nessa passagem, Jesus nos adverte contra o apego a nós mesmos. Pois aquele que tem apego a si não é capaz de seguir Jesus. Temos de estar livres das amarras do egoísmo, da soberba para podermos nos reconhecer pequenos diante de Deus e do próximo que necessita de nossa ajuda.
Renegar a si mesmo exige de nós a humildade que o evangelho sugere; a humildade que Cristo nos ensinou, pois sendo Deus se fez homem e se humilhou até à morte e morte de cruz, Filipenses 2,5-8.
ORAÇÃO DE INTERCESSÃO PELA NOSSA CURA E PELA NOSSA LIBERTAÇÃO
Senhor Pai eterno, em nome do Teu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, derrubo, com o poder do Espírito Santo, todas as fortalezas da mentira, engano, escravidão espiritual presunção e orgulho que tenham recaído sobre mim.
Senhor Pai amoroso, usando a autoridade que me foi concedida pelo Senhor ressuscitado, vencedor de todo mal e da morte eterna, derrubo as barreiras que se levantaram em mim, contra o Teu conhecimento e adoração.
Senhor Pai justo e santo, em nome de Cristo ressuscitado, único Senhor do universo, eu agora expulso da minha vida todas as trevas e influências malignas em todas as áreas do meu ser, assim como todo e qualquer domínio que Teu inimigo, Senhor, possa ter sobre mim.
Neste instante, pelo Sangue do Senhor Jesus, que está na Sua glória clamo pela minha libertação para que eu viva reconciliada Contigo e me converta, confesse meus pecados e seja, doravante, Tua filha obediente. E agradeço-Te por isso, Senhor.
Pela autoridade do nome onipotente do Senhor Jesus, eu quebro todo o poder de satanás sobre a minha vida, reclamo minha salvação, cura e libertação de todo malefício, macumba, controle mental, insegurança, medo, para que ‘a [minha] alegria seja perfeita’ (Jo 16,24b) e o Sangue Jesus produza em mim os frutos do Espírito Santo.
Santa Maria, Mãe de Deus, roga por esta tua filha, por sua conversão, salvação e libertação.
Foi feito uma dinâmica com o canto:
Eu sou feliz porque meu Cristo quer. Eu sou feliz porque meu Cristo quer
Felicidade não é coisa qualquer. Eu sou feliz porque meu Cristo quer
DEPOIS FOI SUBSTITUÍDO A PALAVRA FELIZ PELO NOME DE CADA MEMBRO QUE CANTAVA, COM A PARTICIPAÇÃO DE TODAS.
FOI MUITO ABENÇOADO!
DÉCIMO PRIMEIRO ENCONTRO - VIDA DE ORAÇÃO NO ESPÍRITO SANTO - VISITA DO EDUARDO
2 de agosto de 2010
Com o décimo primeiro encontro, ocorrido no dia 3 de julho, encerramos o nosso primeiro semestre.
O encontro teve início com a oração do Espírito Santo e com a meditação dos mistérios de Jesus Cristo, por meio da oração do terço.
Também tivemos a visita do Sr. Francisco Eduardo, que proporcionou ao grupo um grande momento de oração e de louvor, nos enriquecendo com as orações espontâneas, inspiradas pelo Espírito Santo. O Senhor derramou suas bênçãos, mediante o dom da revelação, orientando e dando esperança para as pessoas que ali se encontravam.
Derrama, Senhor, sobre nós o teu Espírito Santo.
Ensina-nos coisas que não sabemos, mistério do grande Autor!
Se O conhecermos, jamais O trocaremos por coisa alguma!
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!
Para sempre seja louvado!
Amém!
O encontro teve início com a oração do Espírito Santo e com a meditação dos mistérios de Jesus Cristo, por meio da oração do terço.
Também tivemos a visita do Sr. Francisco Eduardo, que proporcionou ao grupo um grande momento de oração e de louvor, nos enriquecendo com as orações espontâneas, inspiradas pelo Espírito Santo. O Senhor derramou suas bênçãos, mediante o dom da revelação, orientando e dando esperança para as pessoas que ali se encontravam.
Derrama, Senhor, sobre nós o teu Espírito Santo.
Ensina-nos coisas que não sabemos, mistério do grande Autor!
Se O conhecermos, jamais O trocaremos por coisa alguma!
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!
Para sempre seja louvado!
Amém!
DÉCIMO ENCONTRO - REVELAÇÃO DO AMIGO OCULTO E ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO
No décimo encontro, ocorrido no dia 19 de junho, fizemos uma dinâmica para revelação do amigo oculto da oração.
Cada pessoa, antes de revelar o nome da pessoa por quem tinha ficado responsável por interceder, falava das dificuldades e do modo como rezou pela amiga oculta.
Durante cada revelação, o nome da amiga revelada era escrito em um balão e pregado no quadro.
Terminada a revelação, foram entregues os balões para as respectivas pessoas, que deveriam protegê-los, como a um tesouro cheio das bênçãos de Deus, enquanto a Maria Clara tentava estourá-los. Foi muito divertido!
Fizemos uma reflexão no sentido de que recebemos as bênçãos de Deus e não podemos deixá-las escapar ou deixar o inimigo tirá-las de nós. Temos que a todo custo defender e tomar posse do que Deus tem para nós.
Depois, fomos ao santíssimo e fizemos a adoração a Jeus sacramentado, com a seguinte reflexão:
VISITA AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
Não é necessário, meu filho, saber muito para me agradar, basta que me ames com fervor.
Fala-me, pois, aqui, com simplicidade e candura, como falarias ao mais íntimo de teus amigos, como falarias a tua mãe e a teu irmão.
Tens algum pedido em favor de alguém?
Menciona-me o seu nome, quer seja o de teus pais, do de teus irmãos e amigos, diz-me o que desejas que Eu lhe faça. Pede muito. Não receies pedir. Conversa comigo, simples e francamente, sobre os pobres que gostarias de consolar, sobre os doentes que vês sofrer, sobre os desencaminhados que tanto desejas ver novamente no caminho certo. Diz-me a favor deles ao menos uma palavra.
Pede muito, não desanimes de pedir. Deleitam-me os corações generosos que chegam a ponto de se esquecerem, certo momento, de si mesmos para atenderem às necessidades alheias. Fala-me dos pobres que queres consolar, dos enfermos, dos extraviados que desejas conduzir ao bom caminho, dos amigos, dos ausentes.
E tu, não precisas de alguma graça?
Diz-me abertamente que te reconheces orgulhoso, egoísta, inconstante, negligente... e pede-me, então, que Eu venha em teu auxílio nos poucos ou muitos esforços que fazes para te livrares dessas faltas. Não te envergonhes! Há muitos justos, muitos santos no céu, que tinham exatamente os mesmos defeitos. Mas pediram com humildade, e... pouco a pouco se viram livres deles.
Tampouco deixes de me pedir saúde, bem como bons resultados nos teus trabalhos, nos teus negócios ou estudos. Posso dar-te e realmente te darei tudo isso, contanto que não se oponha à tua santificação, mas antes a favoreça. Mas quero que o peças.
O que é que necessitas precisamente hoje? Que posso fazer por ti?
Ah!, se soubesses quanto Eu desejo ajudar-te!
Andas preocupado com algum projeto?
Conta-me.
O que é que te preocupa? Que pensas? Que desejas? Que posso Eu fazer por teu irmão, por tua irmã, pelos teus amigos, pela tua família, pelos teus superiores?
Que gostarias tu de lhes fazer?
E no que se refere a mim, não sentes o desejo de me ver glorificado?
E não queres fazer um favor aos amigos que amas, mas que talvez vivam sem jamais pensar em mim?
Dize-me, em que se detém hoje, de maneira especial a tua atenção?
Que desejas mais vivamente? Quais os meios que tens para o alcançar?
Conta-me se não consegues fazer o que desejas e Eu te indicarei as causas do insucesso.
Não gostarias de conquistar os meus favores?
Por acaso estás triste ou mal humorado?
Conta-me com todos os pormenores o que te entristece.
Quem te feriu? Quem ofendeu o teu amor próximo? Quem te desprezou?
Conta-me tudo. Então, em breve, chegarás ao ponto de me dizer que, imitando-me, queres perdoar tudo e de tudo te esqueceres. Como recompensa hás de receber a minha bênção consoladora.
Acaso tens medo? Sentes na tua lama melancolia e incerteza que, embora não justificadas, não deixam de ser dolorosas?
Lança-te nos braços da minha amorosa providência. Estou contigo, a teu lado. Vejo tudo, ouço tudo e, em momento algum te desamparo.
Sentes frieza da parte das pessoas que antes te queriam bem e que agora, esquecidas, afastam-se de ti apesar de não encontrares em ti motivo algum para isso?
Roga por elas, pois, se não forem obstáculo à tua santificação, Eu as trarei de volta a teu lado.
Não tens alguma alegria que possas partilhar Comigo?
Por que não me deixas tomar parte nela com a força de um bom amigo? Conta-me o que desde ontem, desde tua última visita, consolou e agradou teu coração. Talvez fossem surpresas agradáveis; talvez se tenham recebido boas notícias, uma carta, uma demonstração de carinho; talvez tenhas conseguido vencer alguma dificuldade ou sair de algum apuro. Tudo é obra minha. Dize-me simplesmente, como um filho ao seu pai: “Obrigado, meu Pai, obrigado!”.
E não queres prometer-me alguma coisa?
Bem sabes que Eu leio o que está no fundo do teu coração. É fácil enganar os homens, mas a Deus não podes enganar. Fala-me, pois, com toda a sinceridade.
Fizeste o propósito firme de, no futuro, não mais te expores àquela ocasião de pecado, de te privares do objeto que te seduz, não mais leres o livro que exalta a tua imaginação, de não procurares a companhia das pessoas que perturbam a paz da tua alma? Serás novamente amável e condescendente para agradar àquela outra, a quem, por ter te ofendido, consideraste até hoje como inimiga?
Ora, meu filho, volta agora às tuas ocupações habituais: ao teu trabalho, à tua família, aos teus estudos; mas não esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário.
Pratica tanto quanto possível o silêncio, a modéstia, o recolhimento, a serenidade e a caridade para com o próximo.
Ama e honra minha mãe que é também tua. E volta amanhã, com o coração mais amoroso, mais entregue a mim.
No meu coração hás de encontrar, em cada dia, um amor totalmente novo, novos benefícios e novas consolações.
Vem, que Eu aqui te espero.
Vamos adorar Jesus nesse momento?
Deus nos abençoe e tenha misericórdia de nós!
Amém!
Cada pessoa, antes de revelar o nome da pessoa por quem tinha ficado responsável por interceder, falava das dificuldades e do modo como rezou pela amiga oculta.
Durante cada revelação, o nome da amiga revelada era escrito em um balão e pregado no quadro.
Terminada a revelação, foram entregues os balões para as respectivas pessoas, que deveriam protegê-los, como a um tesouro cheio das bênçãos de Deus, enquanto a Maria Clara tentava estourá-los. Foi muito divertido!
Fizemos uma reflexão no sentido de que recebemos as bênçãos de Deus e não podemos deixá-las escapar ou deixar o inimigo tirá-las de nós. Temos que a todo custo defender e tomar posse do que Deus tem para nós.
Depois, fomos ao santíssimo e fizemos a adoração a Jeus sacramentado, com a seguinte reflexão:
VISITA AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
Não é necessário, meu filho, saber muito para me agradar, basta que me ames com fervor.
Fala-me, pois, aqui, com simplicidade e candura, como falarias ao mais íntimo de teus amigos, como falarias a tua mãe e a teu irmão.
Tens algum pedido em favor de alguém?
Menciona-me o seu nome, quer seja o de teus pais, do de teus irmãos e amigos, diz-me o que desejas que Eu lhe faça. Pede muito. Não receies pedir. Conversa comigo, simples e francamente, sobre os pobres que gostarias de consolar, sobre os doentes que vês sofrer, sobre os desencaminhados que tanto desejas ver novamente no caminho certo. Diz-me a favor deles ao menos uma palavra.
Pede muito, não desanimes de pedir. Deleitam-me os corações generosos que chegam a ponto de se esquecerem, certo momento, de si mesmos para atenderem às necessidades alheias. Fala-me dos pobres que queres consolar, dos enfermos, dos extraviados que desejas conduzir ao bom caminho, dos amigos, dos ausentes.
E tu, não precisas de alguma graça?
Diz-me abertamente que te reconheces orgulhoso, egoísta, inconstante, negligente... e pede-me, então, que Eu venha em teu auxílio nos poucos ou muitos esforços que fazes para te livrares dessas faltas. Não te envergonhes! Há muitos justos, muitos santos no céu, que tinham exatamente os mesmos defeitos. Mas pediram com humildade, e... pouco a pouco se viram livres deles.
Tampouco deixes de me pedir saúde, bem como bons resultados nos teus trabalhos, nos teus negócios ou estudos. Posso dar-te e realmente te darei tudo isso, contanto que não se oponha à tua santificação, mas antes a favoreça. Mas quero que o peças.
O que é que necessitas precisamente hoje? Que posso fazer por ti?
Ah!, se soubesses quanto Eu desejo ajudar-te!
Andas preocupado com algum projeto?
Conta-me.
O que é que te preocupa? Que pensas? Que desejas? Que posso Eu fazer por teu irmão, por tua irmã, pelos teus amigos, pela tua família, pelos teus superiores?
Que gostarias tu de lhes fazer?
E no que se refere a mim, não sentes o desejo de me ver glorificado?
E não queres fazer um favor aos amigos que amas, mas que talvez vivam sem jamais pensar em mim?
Dize-me, em que se detém hoje, de maneira especial a tua atenção?
Que desejas mais vivamente? Quais os meios que tens para o alcançar?
Conta-me se não consegues fazer o que desejas e Eu te indicarei as causas do insucesso.
Não gostarias de conquistar os meus favores?
Por acaso estás triste ou mal humorado?
Conta-me com todos os pormenores o que te entristece.
Quem te feriu? Quem ofendeu o teu amor próximo? Quem te desprezou?
Conta-me tudo. Então, em breve, chegarás ao ponto de me dizer que, imitando-me, queres perdoar tudo e de tudo te esqueceres. Como recompensa hás de receber a minha bênção consoladora.
Acaso tens medo? Sentes na tua lama melancolia e incerteza que, embora não justificadas, não deixam de ser dolorosas?
Lança-te nos braços da minha amorosa providência. Estou contigo, a teu lado. Vejo tudo, ouço tudo e, em momento algum te desamparo.
Sentes frieza da parte das pessoas que antes te queriam bem e que agora, esquecidas, afastam-se de ti apesar de não encontrares em ti motivo algum para isso?
Roga por elas, pois, se não forem obstáculo à tua santificação, Eu as trarei de volta a teu lado.
Não tens alguma alegria que possas partilhar Comigo?
Por que não me deixas tomar parte nela com a força de um bom amigo? Conta-me o que desde ontem, desde tua última visita, consolou e agradou teu coração. Talvez fossem surpresas agradáveis; talvez se tenham recebido boas notícias, uma carta, uma demonstração de carinho; talvez tenhas conseguido vencer alguma dificuldade ou sair de algum apuro. Tudo é obra minha. Dize-me simplesmente, como um filho ao seu pai: “Obrigado, meu Pai, obrigado!”.
E não queres prometer-me alguma coisa?
Bem sabes que Eu leio o que está no fundo do teu coração. É fácil enganar os homens, mas a Deus não podes enganar. Fala-me, pois, com toda a sinceridade.
Fizeste o propósito firme de, no futuro, não mais te expores àquela ocasião de pecado, de te privares do objeto que te seduz, não mais leres o livro que exalta a tua imaginação, de não procurares a companhia das pessoas que perturbam a paz da tua alma? Serás novamente amável e condescendente para agradar àquela outra, a quem, por ter te ofendido, consideraste até hoje como inimiga?
Ora, meu filho, volta agora às tuas ocupações habituais: ao teu trabalho, à tua família, aos teus estudos; mas não esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário.
Pratica tanto quanto possível o silêncio, a modéstia, o recolhimento, a serenidade e a caridade para com o próximo.
Ama e honra minha mãe que é também tua. E volta amanhã, com o coração mais amoroso, mais entregue a mim.
No meu coração hás de encontrar, em cada dia, um amor totalmente novo, novos benefícios e novas consolações.
Vem, que Eu aqui te espero.
Vamos adorar Jesus nesse momento?
Deus nos abençoe e tenha misericórdia de nós!
Amém!
NONO ENCONTRO - TESTEMUNHO - LENA
No nono encontro, ocorrido no dia seis de junho, tivemos a graça de ouvir o testemunho da Lena. Sua fé diante das dificuldades e a esperança no Todo-Poderoso, que não decepciona, foi um exemplo e uma alegria para todas nós.
Fizemos em seguida o cenáculo de Nossa Senhora.
Obrigada, Senhor pelas graças derramadas, a todo instante, em nossas vidas.
Abençoa o matrimônio, o esposo Carlos Eduardo, a filha Ana Júlia(e quem mais vier)a vida espiritual e material da Lena e toda sua família.
Pedimos, em nome de Jesus Cristo, acompanhada da intercessão da Virgem Mãe Santíssima.
Amém!
Fizemos em seguida o cenáculo de Nossa Senhora.
Obrigada, Senhor pelas graças derramadas, a todo instante, em nossas vidas.
Abençoa o matrimônio, o esposo Carlos Eduardo, a filha Ana Júlia(e quem mais vier)a vida espiritual e material da Lena e toda sua família.
Pedimos, em nome de Jesus Cristo, acompanhada da intercessão da Virgem Mãe Santíssima.
Amém!
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